A bancada do PR na Câmara discutiu nesta noite por cerca de uma o processo de sucessão de Alfredo Nascimento no Ministério dos Transportes e tenta carimbar o secretário-executivo da pasta, Paulo Sérgio Passos, como interino. Passos é o preferido da presidente Dilma Rousseff, mas o partido quer emplacar alguém com perfil mais político.
O partido evita apresentar agora o nome de um candidato e quer discutir possibilidades por mais alguns dias.
O líder, Lincoln Portela, fez elogios a Passos, mas deixou claro que o partido não dá a efetivação dele como certa. "Ele é um interino competente, sério, probo, reto, íntegro, mas entre ser tudo isso e ser ministro do partido há uma distância a percorrer". Para o líder, o novo ministro dos Transportes tem que conhecer a área e ter bom relacionamento político.
A reunião dos deputados do PR teve momentos de insatisfação com o governo. Além da demissão de Nascimento, parlamentares lembraram os problemas enfrentados para a liberação de emendas. Apesar disso, o líder reafirma que não há qualquer discussão sobre abandonar a base do governo.
Portela aproveitou o encontro para fazer uma defesa do partido ao negar que o PR tenha organizado um "mensalão" na pasta dos Transportes. "Está sendo feita uma grande injustiça. O partido foi levado à execração. Falou-se em mensalão do PR, mas quem recebeu, quanto, onde, quais as provas? Até agora nada dito foi disso".
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Dica de Gastronomia:
SOPA DE ALHO PORÓ
Ingredientes
2 unidade(s) de alho-poró
4 unidade(s) de batata
1 colher(es) (café) de sal
2 unidade(s) de gema de ovo
1/2 garrafa(s) de creme de leite fresco
Modo de preparo
Lave o alho-poró, corte em 4 no sentido do comprimento e pique-o. Descasque e pique as batatas.
Leve tudo ao fogo em água com sal. Deixe cozinhar até, que as batatas e o alho-poró estejam quase desmanchados. Passe pelo espremedor de batatas. Bata as gemas com o creme de leite numa tigelinha à parte.
Acrescente 1 concha de caldo para dissolver bem. Misture à sopa e sirva a seguir com os pedacinhos de pão torrado.
Ingredientes
2 unidade(s) de alho-poró
4 unidade(s) de batata
1 colher(es) (café) de sal
2 unidade(s) de gema de ovo
1/2 garrafa(s) de creme de leite fresco
Modo de preparo
Lave o alho-poró, corte em 4 no sentido do comprimento e pique-o. Descasque e pique as batatas.
Leve tudo ao fogo em água com sal. Deixe cozinhar até, que as batatas e o alho-poró estejam quase desmanchados. Passe pelo espremedor de batatas. Bata as gemas com o creme de leite numa tigelinha à parte.
Acrescente 1 concha de caldo para dissolver bem. Misture à sopa e sirva a seguir com os pedacinhos de pão torrado.
Professora do RN que criticou a educação recusa prêmio de empresários
Por que não aceitei o prêmio do PNBE
Oi,
Nesta segunda, o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio “Brasileiros de Valor 2011″. O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem “amigas da escola”.
Amanda
Natal, 02 de julho de 2011
Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,
Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.
Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald’s, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.
A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.
Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.
Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.
Saudações,
Professora Amanda Gurgel
Luciana Picorelli faz foto provocante para a revista ‘Sexy’
Foto: Marcos Fernandes / Divulgação
*
Luciana Picorelli, que já posou nua para a revista “Sexy” há 11 anos, repete a dose. Ela estará na seção “Pin up” da próxima edição da revista. “Foi legal, gostei porque não foi um nu total, foi um ensaio sensual”, afirma Luciana.
Jornal o extra
Mais um drama da saúde na “Metrópole do futuro”
Há 35 dias com um braço fraturado, sem ter como passar por cirurgia em Mossoró, um paciente foi finalmente levado por um amigo para Currais Novos, esta semana.
Na cidade seridoense teve a garantia de meios para, finalmente, botar um fim em seu sofrimento.
“Metrópole do futuro” é realmente outra coisa.
Extraído do blog de Carlos Santos
Na cidade seridoense teve a garantia de meios para, finalmente, botar um fim em seu sofrimento.
“Metrópole do futuro” é realmente outra coisa.
Extraído do blog de Carlos Santos
Preso por violar mulheres no cemitério
Homem de 29 anos abordava as vítimas junto a cemitério
*
A Polícia Judiciária, através da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, identificou e deteve um homem por suspeita de cinco crimes contra a liberdade sexual, entre os quais três crimes de violação na forma tentada.Os crimes foram praticados em locais isolados, quase sempre em cemitérios ou nas suas proximidades, nas zonas de Peso da Régua e de Santa Marta de Penaguião.
As vítimas do sexo feminino têm idades compreendidas entre os 50 e os 73 anos de idade.
O detido, de 29 anos de idade, desempregado, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.
Do correio da manhã
As vítimas do sexo feminino têm idades compreendidas entre os 50 e os 73 anos de idade.
O detido, de 29 anos de idade, desempregado, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção.
Do correio da manhã
Mulher reage a assalto em açougue e mata ladrão em Brasília
Policial civil fazia compras em um açougue quando criminosos anunciaram a ação.
A mulher lutou com os bandidos e sacou uma arma de dentro da bolsa. Durante a troca de tiros, um deles foi atingido e morreu no local. O outro fugiu, mas foi capturado pela polícia em seguida.
A Polícia Civil informou que vai abrir uma sindicância para investigar a conduta da mulher, já que ocorreu uma morte no caso.
Fonte: R7
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Uma policial civil reagiu a um assalto dentro de um açougue e matou um dos criminosos em Brasília (DF). Ela fazia compras quando dois menores de idade entraram no local e anunciaram a ação.
A mulher lutou com os bandidos e sacou uma arma de dentro da bolsa. Durante a troca de tiros, um deles foi atingido e morreu no local. O outro fugiu, mas foi capturado pela polícia em seguida.
A Polícia Civil informou que vai abrir uma sindicância para investigar a conduta da mulher, já que ocorreu uma morte no caso.
Fonte: R7
Moradores deixam recado para ladrões em outdoor
Na tentativa de inibir a atuação dos assaltantes os moradores do bairro Ouro Verde, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, deixaram uma mensagem para criminosos em um outdoor do bairro. “Senhores assaltantes, mudem de bairro. Aqui todos já foram assaltados”, diz o outdoor.
Não são poucos os relatos de assalto. Um vendedor, que não quis se identificar, contou que em uma tarde dois motoqueiros invadiram a loja onde ele trabalha, ameaçaram os clientes e funcionários com armas de fogo e levaram todo o dinheiro do caixa.
Diante de tantos crimes, os moradores construíram muros altos, colocaram correntes nos portões, porém, as ações não surtiram efeitos. Foi, então, que um grupo de moradores formado por 12 pessoas decidiu colocar outdoor. A esperança é de que os assaltos parem.
Do G1
Não são poucos os relatos de assalto. Um vendedor, que não quis se identificar, contou que em uma tarde dois motoqueiros invadiram a loja onde ele trabalha, ameaçaram os clientes e funcionários com armas de fogo e levaram todo o dinheiro do caixa.
Diante de tantos crimes, os moradores construíram muros altos, colocaram correntes nos portões, porém, as ações não surtiram efeitos. Foi, então, que um grupo de moradores formado por 12 pessoas decidiu colocar outdoor. A esperança é de que os assaltos parem.
Do G1
Alfredo caiu do transporte…..
Estadão:
Os dirigentes do PR estão se encaminhando agora para o Palácio do Planalto para tratar da substituição do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, em reunião com a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gilberto Carvalho (secretaria-geral da Presidência da República).
De acordo com informações do próprio PR, os cinco senadores do partido foram chamados ao Planalto porque a presidente Dilma Rousseff considera que a situação de Nascimento tornou-se insustentável nas últimas 24 horas.
Um dos nomes cotados para substituir de imediato Nascimento é o de Paulo Sérgio Passos, hoje secretário-executivo dos Transportes, de quem Dilma gosta muito.
Um grupo de deputados esteve há pouco com Ideli, no Planalto. Não admitiu a substituição, mas avaliou que o ministro está mesmo em situação delicada.
“Sempre Resistir... Recuar Jamais”
Os membros do Comando de Mobilização Estudantil de Mossoró, Comem, por pouco não foram retirados do prédio da 12ª Diretoria Rgional de Educação, Cultura e Desporto, Dired, no final da tarde de hoje.
Fazendo cumprir o mandato judicial que obrigava os alunos a desocuparem o prédio, oficiais de justiça, acompanhados de vários policiais militares e de integrantes do Grupo Tático Operacional passaram várias horas aguardando uma tentativa do setor jurídico do Comem de prorrogar o prazo para desocupação, junto a justiça.
Depois de muito tumulto e de momentos, antes vistos apenas nos livros de história, os alunos com caras pintadas, cartazes, megafones e gritando palavras de ordem, comemoraram a decisão judicial que prorrogou a ‘estadia’ dos mesmos naquele local.
“Recebemos a notícia do nosso setor jurídico que o mandato foi cancelado e que não temos mais o que temer”, anunciava em um megafone, um dos participantes. A comemoração foi imediata e sem ter mais o que fazer no local, os policiais foram se retirando.
Os integrantes do Comem consideram a atitude da justiça sensata. “Não somos bandidos e não queremos nada além de sentar na mesa e negociar com o Governo. A governadora precisa chamar a polícia para os ladrões, para nós estudantes, basta uma educação de qualidade”, resumiu o sentimento de todos que compõe o grupo, Luiz Luz.
A todo momento os alunos receberam o apoio dos professores da Uern, professores do estado, e de vários sindicatos da cidade que ficaram junto com os alunos dentro do prédio aguardando o pior.
*
Fonte: Ismael Souza
Rosalba: a Rainha do Reino Grande do Norte
No Jornal da Rádio a Voz do Seridó uma professora entrevistada e funcionária do Estado tornou pública a seguinte declaração hoje em Caicó:
“Rosalba não é a Rainha Elizabeth pra reinar; ela tem é que governar”
Valeu até uma foto-charge, muito usada neste blogue, criada pela apresentadora do jornal que também é jornalista e blogueira, Gláucia Lima, que ficou super-engraçada.
“Rosalba não é a Rainha Elizabeth pra reinar; ela tem é que governar”
Valeu até uma foto-charge, muito usada neste blogue, criada pela apresentadora do jornal que também é jornalista e blogueira, Gláucia Lima, que ficou super-engraçada.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Nigeriano diz que não volta para África após polêmica sobre racismo
Universitário processa professor por ofensas na Federal do Maranhão.
'Gosto muito do Brasil, mas meu coração está na Nigéria', afirma jovem.
Ele está há três meses no Brasil para estudar e, em entrevista ao G1, afirma que não pretende retornar à África mesmo após a polêmica.
"Acho que isso pode não dar em nada na faculdade, mas espero que a Justiça faça alguma coisa. Meu advogado abriu um processo criminal contra o professor. Mesmo com tudo isso, não vou voltar para a Nigéria agora, tenho que terminar o curso. Só volto para lá depois, para ajudar meu país", afirmou Ayúba.
Natural de Bauchi, a nordeste da capital Abuja, o jovem está em São Luís estudando engenharia química, curso que tem duração de cinco anos na UFMA. Ele veio ao Brasil por meio do Programa de Estudante-Convênio de Graduação (PEC-G), do Ministério da Educação, que oferece oportunidades de formação superior no Brasil para alunos de países em desenvolvimento.
O caso do estudante foi divulgado na noite de segunda-feira (4) pelo Jornal da Globo.
“Nunca passei por uma humilhação como essa na minha vida, me senti muito mal. Essa pessoa não sabe o que faz, e é só ele que faz isso. As outras pessoas aqui gostam de mim, me querem muito bem", acrescenta Ayúba.
O estudante diz que sofre há algum tempo de preconceito e racismo por parte do professor José Cloves Verde Saraiva, que aplica as aulas de cálculo vetorial no curso de
engenharia química na UFMA. Segundo Ayúba, o professor vem “humilhando-o na frente de outros alunos”.
O aluno afirma ter escutado frases como “quantas onças você caçou no seu país?” e “você veio para cá em navio negreiro?”. Segundo a namorada de Ayúba, Marinilde de Oliveira, o nigeriano passou a sofrer de depressão com as provocações e nunca revidou.
O G1 pediu à UFMA os contatos do professor, mas a universidade informou que ele não usa telefone celular e que não esteve na universidade nesta terça-feira (5). O G1 tentou contato por email com ele, mas ainda não obteve retorno.
Em nota divulgada à imprensa local na segunda-feira, o professor pediu desculpas e disse que o aluno pode ter interpretado mal o que falou (leia íntegra da nota abaixo).
Coração na África
Ayúba diz que, se o professor Saraiva continuar dando aulas, ele pode pensar em pedir transferência para outra universidade brasileira. O que não passa por sua cabeça é desistir.
"Gosto muito do Brasil e o que consegui é uma oportunidade. Mas meu coração está na Nigéria, é meu povo, é meu país, mas vou ficar aqui até terminar o curso", afirma ele.
Segundo a namorada, Ayúba não contou aos parentes sobre o problema no Brasil. “Ele é de família bem-sucedida na Nigéria. A mãe faz faculdade de jornalismo e é psicóloga. Ele tem outros três irmãos que moram com a mãe em Bauchi e eles ainda não sabem o que aconteceu aqui", afirma Marinilde.
Abaixo-assinado
Os colegas criaram na internet um espaço para “abaixo-assinado contra o crime de racismo na UFMA. Eles dizem que, por mais de uma vez, o professor afirmou que o jovem deveria “voltar à África” e “clarear a sua cor”.
Após as denúncias, a reitoria disse que “solicitou à Pró-reitoria de Recursos Humanos a instalação imediata de um processo administrativo, assim como comunicou sobre o caso ao Ministério Público, solicitando que o mesmo seja apurado”. A UFMA não afastou o professor das aulas, disse a assessoria de imprensa da universidade.
O advogado do nigeriano, Nonnato Massom, afirma que aguarda providências da UFMA e defende o afastamento imediato do professor. Ele pediu Ministério Público Federal que determinasse à Polícia Federal a abertura de inquérito sobre o caso.
Professor pede 'desculpas'
O professor divulgou uma nota à imprensa do Maranhão em que pede desculpas pelo fato. Leia a íntegra da nota, confirmada pela UFMA.
"RETRATAÇÃO PÚBLICA
José Cloves Verde Saraiva, professor associado III da UFMA, vem mui respeitosamente pedir desculpas públicas à interpretação, certamente dúbia, do aluno nigeriano NUHU AYUBA, que durante as aulas de Cálculo Vetorial, no curso de Engenharia Química da UFMA, sentiu-se ofendido, e vem esclarecer este engano nos três itens seguintes:
1. Ao perguntar o seu nome não houve qualquer sentido jocoso, visto que sua pronúncia no seu idioma induz isto no nosso e que foi esclarecida por ele mesmo como o equivalente deste a NOÉ JOSUÉ.
2. Em conversa particular, referir-me ao Prêmio Nobel Nigeriano W.Soyinka sobre a frase “UM TIGRE NÃO DEFINE TIGRITUDE. UM TIGRE SALTA!” Quando me referi aos LEÕES AFRICANOS, que nas dificuldades de todo estrangeiro para o entendimento subjetivo de acusações preconceituais, esta não induz isso, pois sou também de cor parda, assim como os meus familiares, e durante toda minha existência jamais proferiria tal insulto, principalmente para aluno.
3. Já referir-me em classe que “ser universitário é muita responsabilidade” e é costume dos alunos novatos (calouros) usarem as dependências da universidade para outros fins fora do contexto educacional. Reclamei a você e aos outros colegas que não compareciam às aulas, nem fizeram os exercícios e, principalmente você, não compareceu ao PRÉ-TESTE e nem fez a sua 1ª Avaliação, além disso, não fez o PRÉ-TESTE da 2ª Avaliação, nem as suas notas de aula no caderno desta disciplina foram escritas e apresentadas até hoje. É lamentável! Faço o meu dever de professor cobrando o bom entendimento da disciplina, tendo formado excelentes alunos durante todo esse tempo, veja que a maioria dos seus colegas de classe cumpriram seus deveres e a turma passada não teve problemas deste tipo. Embora sabendo que você tem suas dificuldades naturais, como qualquer estrangeiro, deveria pelo menos se explicar, evitando interpretações errôneas sobre o seu atual comportamento como estudante da UFMA.
Firmo-me nestes termos públicos e receptivo a quaisquer outros esclarecimentos."
Fonte: G1
'Gosto muito do Brasil, mas meu coração está na Nigéria', afirma jovem.
Ayúba pretende ficar cinco anos no Brasil para terminar o curso no Maranhão
(Foto: Reprodução/TV Globo)
*
O estudante nigeriano Nuhu Ayúba, de 21 anos, diz que "nunca sofreu tanta humilhação na vida" como os momentos em que diz ter sido alvo de preconceito e racismo em sala de aula na Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Ele está há três meses no Brasil para estudar e, em entrevista ao G1, afirma que não pretende retornar à África mesmo após a polêmica.
"Acho que isso pode não dar em nada na faculdade, mas espero que a Justiça faça alguma coisa. Meu advogado abriu um processo criminal contra o professor. Mesmo com tudo isso, não vou voltar para a Nigéria agora, tenho que terminar o curso. Só volto para lá depois, para ajudar meu país", afirmou Ayúba.
Natural de Bauchi, a nordeste da capital Abuja, o jovem está em São Luís estudando engenharia química, curso que tem duração de cinco anos na UFMA. Ele veio ao Brasil por meio do Programa de Estudante-Convênio de Graduação (PEC-G), do Ministério da Educação, que oferece oportunidades de formação superior no Brasil para alunos de países em desenvolvimento.
O caso do estudante foi divulgado na noite de segunda-feira (4) pelo Jornal da Globo.
“Nunca passei por uma humilhação como essa na minha vida, me senti muito mal. Essa pessoa não sabe o que faz, e é só ele que faz isso. As outras pessoas aqui gostam de mim, me querem muito bem", acrescenta Ayúba.
O estudante diz que sofre há algum tempo de preconceito e racismo por parte do professor José Cloves Verde Saraiva, que aplica as aulas de cálculo vetorial no curso de
engenharia química na UFMA. Segundo Ayúba, o professor vem “humilhando-o na frente de outros alunos”.
O aluno afirma ter escutado frases como “quantas onças você caçou no seu país?” e “você veio para cá em navio negreiro?”. Segundo a namorada de Ayúba, Marinilde de Oliveira, o nigeriano passou a sofrer de depressão com as provocações e nunca revidou.
O G1 pediu à UFMA os contatos do professor, mas a universidade informou que ele não usa telefone celular e que não esteve na universidade nesta terça-feira (5). O G1 tentou contato por email com ele, mas ainda não obteve retorno.
Em nota divulgada à imprensa local na segunda-feira, o professor pediu desculpas e disse que o aluno pode ter interpretado mal o que falou (leia íntegra da nota abaixo).
Coração na África
Ayúba diz que, se o professor Saraiva continuar dando aulas, ele pode pensar em pedir transferência para outra universidade brasileira. O que não passa por sua cabeça é desistir.
"Gosto muito do Brasil e o que consegui é uma oportunidade. Mas meu coração está na Nigéria, é meu povo, é meu país, mas vou ficar aqui até terminar o curso", afirma ele.
Segundo a namorada, Ayúba não contou aos parentes sobre o problema no Brasil. “Ele é de família bem-sucedida na Nigéria. A mãe faz faculdade de jornalismo e é psicóloga. Ele tem outros três irmãos que moram com a mãe em Bauchi e eles ainda não sabem o que aconteceu aqui", afirma Marinilde.
Abaixo-assinado
Os colegas criaram na internet um espaço para “abaixo-assinado contra o crime de racismo na UFMA. Eles dizem que, por mais de uma vez, o professor afirmou que o jovem deveria “voltar à África” e “clarear a sua cor”.
Após as denúncias, a reitoria disse que “solicitou à Pró-reitoria de Recursos Humanos a instalação imediata de um processo administrativo, assim como comunicou sobre o caso ao Ministério Público, solicitando que o mesmo seja apurado”. A UFMA não afastou o professor das aulas, disse a assessoria de imprensa da universidade.
O advogado do nigeriano, Nonnato Massom, afirma que aguarda providências da UFMA e defende o afastamento imediato do professor. Ele pediu Ministério Público Federal que determinasse à Polícia Federal a abertura de inquérito sobre o caso.
Professor pede 'desculpas'
O professor divulgou uma nota à imprensa do Maranhão em que pede desculpas pelo fato. Leia a íntegra da nota, confirmada pela UFMA.
"RETRATAÇÃO PÚBLICA
José Cloves Verde Saraiva, professor associado III da UFMA, vem mui respeitosamente pedir desculpas públicas à interpretação, certamente dúbia, do aluno nigeriano NUHU AYUBA, que durante as aulas de Cálculo Vetorial, no curso de Engenharia Química da UFMA, sentiu-se ofendido, e vem esclarecer este engano nos três itens seguintes:
1. Ao perguntar o seu nome não houve qualquer sentido jocoso, visto que sua pronúncia no seu idioma induz isto no nosso e que foi esclarecida por ele mesmo como o equivalente deste a NOÉ JOSUÉ.
2. Em conversa particular, referir-me ao Prêmio Nobel Nigeriano W.Soyinka sobre a frase “UM TIGRE NÃO DEFINE TIGRITUDE. UM TIGRE SALTA!” Quando me referi aos LEÕES AFRICANOS, que nas dificuldades de todo estrangeiro para o entendimento subjetivo de acusações preconceituais, esta não induz isso, pois sou também de cor parda, assim como os meus familiares, e durante toda minha existência jamais proferiria tal insulto, principalmente para aluno.
3. Já referir-me em classe que “ser universitário é muita responsabilidade” e é costume dos alunos novatos (calouros) usarem as dependências da universidade para outros fins fora do contexto educacional. Reclamei a você e aos outros colegas que não compareciam às aulas, nem fizeram os exercícios e, principalmente você, não compareceu ao PRÉ-TESTE e nem fez a sua 1ª Avaliação, além disso, não fez o PRÉ-TESTE da 2ª Avaliação, nem as suas notas de aula no caderno desta disciplina foram escritas e apresentadas até hoje. É lamentável! Faço o meu dever de professor cobrando o bom entendimento da disciplina, tendo formado excelentes alunos durante todo esse tempo, veja que a maioria dos seus colegas de classe cumpriram seus deveres e a turma passada não teve problemas deste tipo. Embora sabendo que você tem suas dificuldades naturais, como qualquer estrangeiro, deveria pelo menos se explicar, evitando interpretações errôneas sobre o seu atual comportamento como estudante da UFMA.
Firmo-me nestes termos públicos e receptivo a quaisquer outros esclarecimentos."
Fonte: G1
Dica de bem - estar
Adoçante pode engordar e deve ser evitado por
quem não precisa.
Embora pareça contraditória tal afirmação, várias pesquisas vêm mostrando nos últimos anos que o alto consumo de adoçantes artificiais pode causar aumento de peso. Isso porque a ausência de sacarose - o açúcar comum - no sangue faz com que o cérebro estimule a compulsão por doces e carboidratos simples. Apesar de o poder adoçante dos produtos artificiais ser maior do que o do açúcar, a mensagem de que estamos ingerindo algo doce não chega até o cérebro.
Dessa forma, embora os adoçantes prometam diminuição de calorias a partir da sua substituição ao açúcar comum, nosso organismo não consegue enganar nosso cérebro.
Como exemplo, num desses estudos, publicado na revista "NeuroImage", pesquisadores holandeses avaliaram a resposta do cérebro de dez pessoas antes e depois de tomar suco de laranja com açúcar ou adoçante.
O resultado obtido demonstrou que tanto a sensação de prazer quanto a vontade de comer doce foram diferentes nos dois casos. Isso acontece porque poucas substâncias são capazes de atuar no cérebro trazendo a sensação de saciedade em relação ao açúcar, já que nem todas liberam neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar.
Especialistas explicam que as papilas gustativas são sensíveis às fórmulas. Mas muitas delas não são metabolizadas pelo organismo: são eliminadas sem serem digeridas.
Desta forma, nutricionistas sugerem que é melhor administrar a ingestão do açúcar natural do que se intoxicar e causar danos a nossa saúde com o uso abusivo de adoçantes. Para os que dependem do adoçante, é importante ter a consciência de que se o açúcar for utilizado de forma correta ele pode trazer uma série de vantagens ao paciente, inclusive saciando a compulsão por doces.
quem não precisa.
Embora pareça contraditória tal afirmação, várias pesquisas vêm mostrando nos últimos anos que o alto consumo de adoçantes artificiais pode causar aumento de peso. Isso porque a ausência de sacarose - o açúcar comum - no sangue faz com que o cérebro estimule a compulsão por doces e carboidratos simples. Apesar de o poder adoçante dos produtos artificiais ser maior do que o do açúcar, a mensagem de que estamos ingerindo algo doce não chega até o cérebro.
Dessa forma, embora os adoçantes prometam diminuição de calorias a partir da sua substituição ao açúcar comum, nosso organismo não consegue enganar nosso cérebro.
Como exemplo, num desses estudos, publicado na revista "NeuroImage", pesquisadores holandeses avaliaram a resposta do cérebro de dez pessoas antes e depois de tomar suco de laranja com açúcar ou adoçante.
O resultado obtido demonstrou que tanto a sensação de prazer quanto a vontade de comer doce foram diferentes nos dois casos. Isso acontece porque poucas substâncias são capazes de atuar no cérebro trazendo a sensação de saciedade em relação ao açúcar, já que nem todas liberam neurotransmissores que dão a sensação de bem-estar.
Especialistas explicam que as papilas gustativas são sensíveis às fórmulas. Mas muitas delas não são metabolizadas pelo organismo: são eliminadas sem serem digeridas.
Desta forma, nutricionistas sugerem que é melhor administrar a ingestão do açúcar natural do que se intoxicar e causar danos a nossa saúde com o uso abusivo de adoçantes. Para os que dependem do adoçante, é importante ter a consciência de que se o açúcar for utilizado de forma correta ele pode trazer uma série de vantagens ao paciente, inclusive saciando a compulsão por doces.
Ivete Sangalo e sua produtora estão na mira da Justiça
Ex-baterista teria acusado a baiana de sonegação fiscal e de tributos trabalhistas
Ele teria acusado a baiana de usar a Banda do Bem — empresa é formada por músicos que acompanham a cantora — como fachada para sonegação fiscal e de tributos trabalhistas. Para evitar a contratação formal dos músicos, ela teria obrigado todos a abrirem firmas.
Em sua defesa, ela argumenta que a prestadora de serviços era independente da empresa que produz seus shows, apesar das duas serem administradas pelo seu cunhado e sócio, Luiz Paulo de Souza Nunes.
Fonte: Zero Hora
Cantora diz que empresas que trabalham com seus shows são independentes, apesar de serem administrada pela mesma pessoa
Foto: Cacau Mangabeira / Divulgação
*
O processo trabalhista e fiscal contra Ivete Sangalo e sua produtora, a Caco de Telha Produções Artísticas Ltda, não corre mais em sigilo de Justiça. O músico Antônio da Silva, ex-baterista da cantora, pediu R$ 5 milhões por danos trabalhistas.
Ele teria acusado a baiana de usar a Banda do Bem — empresa é formada por músicos que acompanham a cantora — como fachada para sonegação fiscal e de tributos trabalhistas. Para evitar a contratação formal dos músicos, ela teria obrigado todos a abrirem firmas.
Em sua defesa, ela argumenta que a prestadora de serviços era independente da empresa que produz seus shows, apesar das duas serem administradas pelo seu cunhado e sócio, Luiz Paulo de Souza Nunes.
Fonte: Zero Hora
Frio aumenta e traz mais vendas para Pelotas
Procura por edredons e cobertores aumentou este mês
Foto: Paulo Rossi
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As baixas temperaturas dos últimos dias trouxeram a reação nas vendas que os lojistas esperavam e com ela, a falta dos produtos mais populares, como os aquecedores de menor preços e os edredons e cobertores. Em relação ao ano passado, a comercialização de aparelhos elétricos para o frio aumentou 20,33% e a de cobertas e confecções, 22,4%, de acordo com o levantamento realizado pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas) junto ao comércio local.
Nas lojas, o movimento de clientes tem animado os lojistas, que chegam a contabilizar um aumento de 30% na venda dos aquecedores, em falta em algumas filiais de redes de eletrodomésticos. De acordo com o gerente de uma loja de eletrodomésticos, Vladimir Teixeira, aquecedores e climatizadores ja estão em falta e a reposição das mercadorias deve ocorrer apenas no final do mês, pois os fornecedores não dão conta de atender à demanda atual. Fogões a lenha também vendem bem, mas a preferência recai sempre para os mais baratos, assim como os mais procurados são os aquecedores de dois mil watts.
Fonte: Diário popular
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